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Emicida – Eminência Parda part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon

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Emicida – Eminência Parda part. Dona Onete, Jé Santiago e Papillon

Música:
Letra: Emicida, Jé Santiago e Papillon
Voz: Emicida, Dona Onete, Jé Santiago e Papillon
Música: Nave
Gravadora: Laboratório Fantasma
Direção Geral: Evandro Fióti
Produção executiva: Raissa Fumagalli
Assistente de produção executiva: Lohana Schalken
Mixagem: Maurício Cersosimo
Masterização: Maurício Gargel
Preparação vocal Emicida: Thiago Jamelão
Gravado por Emicida no estúdio Paraíso dos Novos Ricos e por Tofu Valsechi no Lab Estúdio
Dona Onete interpreta “Cantiga de caminho”, obra em domínio público do folclore brasileiro. E foi gravada por JP Cavalcante & Geraldinho Magalhães num quarto de hotel durante turnê com Dona Onete pela Oceania em março de 2019.

Clipe:
Roteiro: Emicida e Leandro HBL
Direção: Leandro HBL
1º assistente de direção: Pietro Sargentelli
2º assistente de direção: Giovanna Postglione
Direção executiva: Evandro Fióti
Coordenação executiva: Raissa Fumagalli
Produção executiva: Lohana Schalken
Coordenador de produção: Luis E. Milliet
Produção: Marcela Sutter
Direção de fotografia: Vagner Jabour
1º assistente de câmera: Bernardo Nunes Nielsen
2º assistente de câmera e logger: Elisa Manuella Ratts
3º assistente de câmera: Sabrina Cristina Duarte
Coordenação de pós produção: Diego Nascimento
Montagem: Talles Martins
Edição extra: Lucas Rangel
Diretor de produção: Amiten
Produtor: Fábio Augusto Rosa
Produtor de locação: Rodrigo
Assistente de produção: Bruno Azzi, Thiago Pupo de Almeida Mercês e Gustavo Bueno Dantas
Produção de elenco: Rodrigo do Santos Correa e Viviane Barbosa Simões
Preparador de elenco: Flavio Nastasi Falcone
Caracterização: Daniela Gonc
Som direto: Samuel Braga
Produtor de figurino: David Loreti
Assistente de figurino: Rebecca Beolchi Vieira
Maquiagem: Eliana Mendes de Oliveira
Assistente de maquiagem: Karina H. Pedrosa
Assistente de maquiagem e cabelo: Monica Barboza da Cunha
Diretor de arte: Marcelo Larrea
Produtora de objeto: Fernanda Vilarinho Bley
Assistente de arte: Aristides Coimbra
Chefe de elétrica: José Adalberto de Paula
Assistente de elétrica: Alexandro Alves de Brito
Maquinaria: Marco Antonio Almeida
Assistente de maquinaria: Marcelo Lopes de Andrade Leite
Contra regra: Leandro Paulino de Souza e Marcio Parafina
Elenco: Bruna Misio D’Col, Buiu, Dani Moreno, David Wendefilm, Dudu Sá, Fábio Mazzini, Fania Espinosa, Livia Camargo, Marco Marfia, Nill Marcondes, Paulo Balistrieri, Roberto Borenstein, Vensam, Victoria Reis, Vitória Kétlyn, Telma de Araújo e Yraió

Parcerias: Warriors VFX, Psycho In Look e Cabaret

Um produção Laboratório Fantasma Produções

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  1. Letra:

    (Dona Onete)

    Muriquinho piquinino, muriquinho piquinino

    Purugunta aonde vai, purugunta aonde vai

    (Jé Santiago)

    Escapei da morte

    Agora sei pra onde eu vou

    Sei que não foi sorte

    Eu sempre quis tá onde eu tô

    Não confio em ninguém não

    Muito menos nos pou-pou (fuck the police)

    Dinheiro no bolso

    Meu pulso todo congelou

    Foi antes dos show

    Bem antes do blow

    Eu tava com meus bro

    Antes do hype e uns invejoso

    Escapei da morte

    Agora sei pra onde eu vou

    Sei que não foi sorte

    Eu sempre quis tá onde eu tô

    (Emicida)

    Ok,

    Eram rancores abissais (mais)

    Fiz a fé ecoar como catedrais

    Sacro igual torás, mato igual corais

    Tubarão voraz de saberes orientais

    Meu cântico fez do atlântico um detalhe quântico

    Busque-me nos temporais (vozes ancestrais)

    Não se mede coragem em tempos de paz

    Estilo Jesus 2.0 (carai, Jesus 2.0)

    Caminho sobre as água das mágoa dos pangua

    Que caga essas regra que me impusero

    Era um nada hoje guardo o infinito

    Me sinto tipo a invenção do zero

    Num sou convencido, sou convincente

    Vê na rua o que as rima fizeram

    Da pasta base pra base nas pasta o mundão arrasta

    A milhão minha casta voa, ping-pong

    Afasta bosta, basta, mente rasta vibra

    Recalibra o ying-yang

    Igual um cineasta, busco a fresta, ofusco a festa

    Miro a testa, eu mando um kim jong (masta)

    Eu decido se vocês vão lidar com o king

    Ou se vão lidar com o kong

    Em ouro tipo asteca, vim da vida seca

    Tudo era um saara, saara, saara

    Abundância é a meta, tipo meca

    Sou thomas sankara que encara e repara

    Pick recém nascido, cercado de checa,

    Mescla de vivara, guevara, lebara

    Minha caneta ta fudendo com a história branca

    E o mundo grita, não para, não para, não para

    Então supera a tara velha nessa caravela

    Sério para fela, escancara tela em perspectiva

    Eu subo quebro tudo e eles chama de concerto

    Penso que de algum jeito trago a mão de shiva

    Isso é deus falando através dos mano

    Sou eu mirando e matando a klu

    Só quem driblou a morte pela norte saca

    Que nunca foi sorte sempre foi Exu ( hu!)

    Meto terno por diversão

    É subalterno ou subversão

    Tudo era inferno eu fiz inversão

    A meta é o eterno, a imensidão

    Como abelha se acumula sob a telha

    Pastoreio a negra ovelha que vagou dispersa

    Polinização pauta conversa

    Até que nos chamem de colonização reversa

    (Papillon)

    Não tem dor que perdurará

    Nem o teu ódio perturbará

    A missão é recuperar

    Cooperar e empoderar

    Já foram muito anos na retranca

    Mas preto não chora, mano levanta

    Não implora, penhora a bandeira branca

    Não cansa a garganta com antas

    Não adianta não

    Foco e atenção

    Na nossa ascensão

    Fuck a opressão (ya)

    Não tem outra opção

    Até estar tudo em pratos

    Limpos, sem sabão (ya)

    A partir de agora é papo reto sem rodeio

    Olha direto nos olhos de um preto sem receio

    Dizem que eu cruzei a meta

    Pra mim nem comecei

    Cheguei, rimei, ganhei, sou rei

    (Jé Santiago)

    Escapei da morte

    Agora sei pra onde eu vou

    Sei que não foi sorte

    Eu sempre quis tá onde eu tô

    Não confio em ninguém não

    Muito menos nos pou-pou (fuck the police)

    Dinheiro no bolso

    Meu pulso todo congelou

    Foi antes dos show

    Bem antes do blow

    Eu tava com meus bro

    Antes do hype e uns invejoso

    Escapei da morte

    Agora sei pra onde eu vou

    Sei que não foi sorte

    Eu sempre quis tá onde eu tô

    (Dona Onete)

    Muriquinho piquinino, muriquinho piquinino

    Purugunta aonde vai, purugunta aonde vai

  2. Não sabia a existência dessa música até ler um artigo sobre a representação imaginária social do negro no Brasil… e é exatamente isso que acontece nos dias atuais. É horrível imaginar e acreditar que isso ainda aconteça.

  3. É assim que me sinto quando vou em lugares em que não sou aceita, e olha que nem sou negra me considero sou parda,mais em muitos lugares sou a mais escura e em outros a mais clara.

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